quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Vulcão Osorno




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Location:Chile

Quinto Dia 15.12.2011

Hoje,fui conhecer os arredores, Puerto Varas, Laguna Verde, Vulcão Osorno, Lago de todos os santos, vulcão tronador, ..sai de casa ás 9:00hs e retornei ás 21hs...senti o cansaço estou pregado...mas contente...amanhã preciso acordar cêdo para embarcar a moto. Ah me desculpem por postar poucas fotos, mas é que esta coisa que estou usando nao aceita mais que uma foto por postagem...então...uma por vez....não se preocupem...tem mais de 1000 fotos para vcs olharem quando eu chegar...outra coisa...a Saudade da família apertou...


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Location:Chile - Puerto Montt

Quarto Dia

Viajar "solo" e de moto tem suas vantagens, todo mundo quer conversar com você, para entender o que passa na cabeça do "brasileno loco", assim conversando com hector no hotel, este me ensinou o caminho pelo paso de " Pino Hachado", por onde entrei no Chile e pasmem, kkkk, na aduana, os carabineros, rodearam a moto e pediram se podiam sacar unas fotos, foram mais de 6, kkkkk, resultado, depois dos trâmites normais, me liberaram sem revistar a bagagem, não precisei desmontar nada.kkkkk. Outra coisa legal deste caminho, é que sai do deserto da Ruta 40, e trafeguei pelas montanhas dos Andes. Cheguei em Puero Montt Ás 16hs e rumei direto para o Escritorios da Navimag, comprar minha passagem, ufa deu certo, dai direto para un Hostal - CasaRuth, estou em casa. Foram 3.844km rodados em quatro dias, nenhum problema, nada, não fui parado nenhuma vez pela polícia, tudo deu certo, Graças a Deus. Ah sim o pneu traseiro chegou no osso, ja troquei.


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Location:Chile

Terceiro Dia


Terça Feira - novamente na estrada, região agrícola, muitas máquinas na pista até General Acha, tive que ter muita atenção. Saindo das lavouras, começou o deserto, queria dormir em Neuquém, mas chegando lá o sol estava alto ainda, então segui para Zapala, onde então parei - até este momento nenhum problema surgiu, nada mesmo, nem cansaço...


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Location:Argentina

Segundo Dia

Acordei cêdo e já às 6:00hs estava na estrada, com destino a ciudad de Santa Fé, mas novamente mudei o roteiro, desisti de ir para Mendoza/Santiago e resolvi ir direto para Puerto Montt, assim passei direto e fui parar em Venado Tuerto, foram mais 1200km sem problemas..tudo Ok


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Location:Argentina

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Chile Dezembro de 2011

Olá amigos, boa noite, primeiro quero pedir desculpas pela falta de noticías, Mas não vou ficar enrolando, e vou direto ao que interessa. A viagen..

PRIMEIRO DIA: Domingo - Sai de casa as 6:00hs, em razão da aduana de Pedro Juan Caballero, não abrir pela manhã, mudei o roteiro e rumei para Porto Iguazu. Cruzei a fronteira às 13hs, rápido e sem problemas. Dormi em posadas - Neste dia tudo deu certo, abasteci a moto em Marechal Candido Rondon e depois em Puerto Iguazu. Ah sim, ia esquecendo, quase fui atropelado em uma rotatória e em Posadas a pia do banheiro despencou, foi caco para todo lado, quase me machucou.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

RELATÓRIO DE VIAGEM
Bem...estamos em casa...Terminamos nossa aventura, fomos e voltamos com tranquilidade e segurança, relaxamos, nos divertimos, nos surpreendemos, realmente valeu a pena, tentamos mostrar isto para vocês através das fotos que postamos, mas alguns amigos acharam pouco, pois também têm o desejo de se aventurar pela Patagônia. Por esta razão, além de tudo que já dissemos e mostramos, acrescentamos:
Roteiro: A ideia  era chegar até o extremo Austral da América do Sul, na cidade de Ushuaia, na Patagônia Argentina, nos afastar das metrópoles (Buenos Aires e Santiago) e dar  prioridade à Cordilheira dos Andes. Durante a pesquisa do trajeto, foram surgindo os nomes de Cidades, Parques Naturais, e Locais que se encaixavam neste perfil e que não poderiam deixar de serem visitados ou percorridos (Carretera Austral). Na Ida Optamos por cruzar a Argentina margeando o  Oceano atlântico pela RA3  e retonar pela Carretera Austral no Chile. Assim, de Rio Brilhante até Foz do Iguaçu, onde entramos na Argentina por Puerto Iguazu, pegamos a RA12 até o entorno de Buenos Aires (Zarate, Luján e Cañuelas), pegamos a RA3 até a divisa com o Chile (Estância Monte Aymond), cruzamos o Estreito de Magalhães (20 minutos de ferryboat) até Cerro Sombrero, 130km de rípio e retornamos a Argentina e a RA3 até Ushuaia e ai até o seu final na Bahia Lapataia. Por este caminho retornamos até o Estreito de Magalhães, reentrando no Chile, seguindo para Puerto Natalis e Torres del Paine, neste ponto mais uma vez cruzamos a fronteira Patagônica, e na Argentina percorremos a primeira parte da mítica RA40 em direção a El Calafate eao Parque dos Glaciars, de lá continuamos até Los Antiguos, onde mais uma vez entramos no Chile (estão contando), em Chile Chico e descemos até Cochrane e a Ruta CH7 (Carretera Autral). Percorremos a Carretera até Chaítem (670km), voltamos a Futaleufu, Esquel (Argentina) , San Carlos de Bariloche, Zapala, Mendoza, Córdoba, Santa Fé, Resitência, Asuncion, Ponta Porã, Rio Brilhante. TOTAL de 12.600 Kms  Rodados, deste total, 2.300km foram de Rípio.
PRINCIPAIS RODOVIAS PERCORRIDAS.
RUTA NACIONAL 03 (Argentina) - A Ruta Nacional 3 é uma rodovia argentina, que percorre o país de norte a sul, desde a província de Buenos Aires até a província da Terra do Fogo. A rodovia inicia-se na Ruta Provincial 4, e percore 3.074 km até a ponte sobre o Rio Lapataia. O percurso encontra-se asfaltado até o Paso Integración Austral. A rodovia sofre uma interrupção entre os km 2674 e 2696, devido à presênça do Estreito de Magalhães. Por isso o acesso entre as províncias de Santa Cruz e Terra do Fogo é efetuado através do Chile, pela Ruta CH-255 e Ruta CH-257 de 57 km ao norte do Estreito e outra pavimentada com trechos de "ripio", de 148 km ao sul. A travessia do Estreito de Magalhães realiza-se em 20 minutos por um "ferryboat" que percorre 4,65 km. De acordo com o Decreto 1931 de 3 de agosto de 1983 esta rodovia chama-se Comandante Luis Piedrabuena ao sul da RN 22, a partir do km 719.
RUTA NACIONAL 40 (Argentina) - A RA 40  “...é uma rodovia argentina, que percorre o país de sul a norte desde a província de Santa Cruz até a divisa com a Bolívia, tornando-se desta forma a mais extensa rodovia da Argentina. A rodovia corre paralela à Cordilheira dos Andes, incluindo trechos próximos ou em Parques Nacionais. Percorre várias das regiões turísticas e dos atrativos mais importantes do território argentino. A rodovia percorre 5.224 km: começando ao nível do mar, atravessa 20 parques nacionais, 18 importantes rios, conecta 27 passos de montanha na cordilheira e sobe a 5.000 metros de altitude na Abra del Acay em Salta. Como a legendária U.S. Route 66 dos Estados Unidos, a ruta 40 é um emblema da Argentina. Esta rodovia cruza 11 províncias: Santa Cruz, Chubut, Rio Negro, Neuquén, Mendoza, San Juan, La Rioja, Catamarca, Tucumán, Salta e Jujuy. Através desta rodovia pode-se chegar a El Calafate, próximo do Glaciar Perito Moreno, Lago Puelo, El Bolsón, Bariloche, Chos Malal, a Rodovia do Vinho nas províncias de Mendoza e San Juan, sítios de fósseis de dinossáuros na Província de San Juan, águas termais em Catamarca, as Ruinas de Quilmes, os Vales Calchaquíes e a Puna. (origen: Wikipédia, a enciclopédia livre) -parte pavimentada, e parte de Rípio
RUTA CH7 (chile – Carretera Austral) - Austral é a denominação geográfica relativa ao hemisfério sul, situado no sul, por isto que esta rodovia do Chile, a CH-07, chama-se Carretera Austral. Porque corta a região mais ao sul do Chile, e nela sem dúvida é que estão as paisagens mais deslumbrantes que pudemos observar. “A Carretera Austral (Ruta CH-7) é uma rodovia localizada no sul do Chile. Seu traçado atual de 1.240 quilômetros une Puerto Montt a Villa O'Higgins na comuna de O'Higgins, sendo a principal via de transporte terrestre da Região de Aisén e da Província de Palena na Região de Los Lagos, permitindo a ligação destas com o resto do território chileno. Devido às complicadas características geográficas do território, no qual predominam os Andes Patagónicos, lagos, turbulentos rios e a presença de campos de gelo, a rodovia está em permanente manutenção. Por outro lado, grande parte da rodovia carece de pavimentação. Sua construção iniciou-se em 1976 por ordem do Regime Militar, sendo um dos projectos mais caros e ambiciosos de todo o século XX no Chile. O trabalho dos membros do Exército do Chile habilitaria os diferentes trechos da rodovia ao longo dos anos 1980 permitindo a conexão da Patagônia chilena com o resto do país após anos de isolamento. A rodovia ainda não está completa e vários trechos são percorridos através de balsas, principalmente na parte setentrional da província de Palena, entre Hornopirén e Caleta Gonzalo. Em 2007, o Ministério de Obras Públicas do Chile anunciou a modernização da rodovia, pavimentando 330 quilômetros entre Chaitén e Coihaique e a construção do trecho terrestre entre Hornopirén e Caleta Gonzalo, cruzando o Parque Pumalín.” (origen: Wikipédia, a enciclopédia livre)
RÍPIO- Rípio são as estradas de cascalhos muito comuns no sul da Argentina e no Chile. São estradas que é uma mistura de terra com cascalho ou seixos. Os seixos são do tamanho de uma bola de gude até o tamanho de uma laranja. Lisas e batidas em sua maioria, em alguns trechos dava para andar a 110, em outros, tinha que andar a 40km)
ASFALTO – As rodovias são bem sinalizadas e o asfalto  no geral é muito bom e bem cuidado, sem buracos e sem remendos – o que se pode observar é que o tráfego de veículos é bem menor que nas rodovias brasileiras. Quase não há tráfego de caminhões e carretas.
STRADA ADVENTURE 1.8 Flex – Utilizamos a pick up leve da Fiat ( equipada com um rádio px e um GPS GARMIN modelo,Zumo 660). que se comportou soberbamente, percorreu 12.600km em 16 dias sem apresentar um único defeito, sendo necessário apenas a revisão básica, que fizemos em Mendoza (troca do filtro e óleo do motor, filtro de ar e rodízio de pneus).Necessário foi adequá-la  à legislação dos Países vizinhos equipando- a com um segundo estepe, segundo triângulo, cabo de 1,5mts para reboque e estojo de primeiros socorros (Graças a Deus, nada foi utilizado).
COMBUSTÍVEL – Ao Todo gastamos 1.333.14lts de gasolina,  a um custo médio de R$ 1,77 (isso mesmo em reais); tivemos sorte, não faltou combustível em nenhum posto em que paramos para abastecer, porém dizem que é comum a falta de combustíve. São comuns  as longas distâncias entre um posto e outro, assim, deTrelew até Comodoro Rivadavia (381km)  atenção com a gasolina, existem dois postos um Shell e um YPF no entroncamento da RA30. Em todo caso, nunca perca uma oportunidade de encher o tanque. Com relação à qualidade, nada a reclamar, a gasolina mais usada, a YPF Super XXX ( azul+de 92oct). No Chile a gasolina é mais cara, custando até mais que no Brasil, abasteci uma única vez, (gasolina 5000) a custo de 800 pesos chilenos o litro.eca.
ADUANAS – No Países do Mercosul, o trâmite aduaneiro é bem simples e rápido,( Argentina e Paraguay), em razão de acordos diplomáticos, basta apresentar a identidade , preencher um documento simples, apresentá-lo ao funcionário, carimbá-lo e pronto, é só entrar  ou sair. Já no Chile é diferente, este País não é signatário do mesmo acordo, então, para entrar ou sair do País é necessário cumprir três etapas, 1) a entrada e saída pessoal, 2) a importação temporária do veículo, 3) e a inspeção fitossanitária – é proibida a entrada de qualquer tipo de alimento perecível – eles levam muito a sério a regra, fiscalizam o veículo e a bagem – No Posto Aduaneiro de Monte Aymond, antes do Estreito de Magalhães, o movimento é grande, é preciso chegar cedo para não ter que amargar horas nas filas DICA: Apesar de não ser necessário o uso de passaporte, este torna mais rápido a entrada e saída, por isso vale a pena usá-lo.
POLÍCIA – Na Argentina fomos parados várias vezes, os policiais educadamente,  nos pediam os documentos, perguntavam de onde vínhamos e qual nosso destino, não chegavam nem olhar os documentos direito e logo nos liberavam. Exceção foi um posto policial na RA12, perto de Gualeyguachu, que nos parou e de cara implicou com o rabicho do carro, apresentou até tabela de multa, dizendo que teríamos que pagar  R$ 1.700,00, fez a maior pressão, mas acabou por aceitar os argumentos apresentados e nos liberou. No Chile, não fomos parados nenhuma vez. O segredo é passar bem devagar nos postos policiais.
DOCUMENTOS – Nos Países integrantes do Mercosul basta a carteira de identidade com menos de 10 anos, carteira de motorista, autorização para saída do veículo  do Pais se este não estiver no nome do condutor, ou se estiver financiado e em nom da financeira e  Seguro Carta Verde - A Carta Verde é um seguro contra terceiros por prazo certo, válido no Mercosul (Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai) em breve devem entrar neste esquema a Venezuela, Bolívia e Peru. Este seguro veio para proteger pelo prazo da viagem, os terceiros afetados por acidentes de trânsito, conforme acordo Internacional do Mercosul. Incentivando o turismo internacional dentro do continente. Para um período de 30 dias, custou R$ 216,00, garantindo o ressarcimento de acidentes, despesas com danos materiais a terceiros, e despesas com hospital e tratamento dos terceiros vítimas do acidente – Nos Países que não integram o Mercosul, (Chile, Perú, Bolívia. Equador), será necessário ainda o Passaporte e o (PID)  Permissão  Internacional Para Dirigir  ou Carteira Internacional de Habilitação.
GPS  GARMIN -ZUMO 660. Ele foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso da viagem, sempre  indicando com precisão o melhor caminho, mesmo nos lugares mais remotos, eita bichinho sabido!!! Kkkk, ah e tem mais...se precisássemos de hotel, ele indicava, se queríamos um restaurante, ele sabia, posto de combustível, viñas, concessionárias...tudo ele conhecia. Indispensável em qualquer viagem, numa expedição, então, imprescindível.O uso do GPS, associado a um mapa, elimina  dúvidas, perdas de tempo e traz economia.
GUIA DE HOTÉIS E PONTOS DE INTERESSE DA ARGENTINA – Comprado em Puerto Iguazu, ao ingressar na Argentina  – Nos Ajudou com as avaliações dos Hotéis  e pontos de interesse  indicados pelo GPS,  nos locais por onde passávamos.
MAPAS GEOGRÁFICOS DA ARGENTINA E CHILE – Mesmo com o uso do GPS, de vez em quando bate aquela dúvida e então é necessário verificar se o caminho indicado é o correto ou o melhor, ou então, quer ver dentro do contexto geral do mapa, exatamente onde vc está e quais as localidades próximas, neste sentido, os mapas foram muito úteis, servindo inclusive para alterarmos o roteiro previamente estabelecido.
BARRACAS, COLCHONETES E EQUIPAMENTOS DE CAMPING – Levamos, porém não utilizamos,
HOTÉIS - Viajamos na época das festas de final de ano. Passamos o Natal em Puerto Natalis e o Revellion em Mendoza – não fizemos uma única reserva, nos preocupávamos com alojamento quando escurecia, consultávamos o GPS e o Guia, escolhíamos o alojamento e para lá nos dirigíamos atras de “Una Habitacíon Double com cama Matrimonial”, sempre deu certo. Os Valores cobrados sempre foram inferiores aos praticados no Brasil (barato) e sempre em pesos argentinos. O Mais Caro, Los Naranjos, na cidade de Ushuaia, um Hotel Boutique, instalado no Centro da cidade (muito Bom), nos cobrou a diária de $400,00 (pesos Argentinos) ou R$ 169,49 – O mais barato, na cidade de Rio Colorado, na província de Rio Negro na Argentina.
ALIMENTAÇÃO – O Café da Manhã servido pelos Hotéis Argentinos, comparados com os que são servidos nos Hotéis Brasileiros, são frustrantes. Nenhuma fruta, nada de ovos mexidos, bacon, salsicha , queijos, presuntos, nada de suco natural. Em todos os Hotéis que nos alojamos o café da manhã oferecido era composto de : 2 torradas, 2 crossant, café, leite e Tang de laranja. Em 2 Hotéis foram ainda oferecidos, queijo, presunto, cereais, iogurte e bolos caseiros – No Chile  a coisa é pior, pois os hotéis oferecem apenas, café solúvel, leite e croissants. LANCHE – sempre lanchávamos nas lojas de conveniências instaladas nos postos da YPF; que ofereciam bom ambiente, atendimento, e tudo que precisávamos para saciar a fome. Também era neles que comprávamos o lanche que levávamos durante os longos trajetos. ALMOÇO E JANTAR – Adoramos, todos os pratos são pedidos e servidos de conformidade com o cardápio do restaurante “a la carte”, o tempero é bom e o preço é inferior ao que seria praticado no Brasil por prato semelhante. Gostamos muito da carne dos “bifes de chourizo e tapa de quadril” eram enormes e suculentos, uma delícia. O Salmão e a Trutcha, chega dar água na boca só de lembrar, a cerveja (Quilmes) sempre bem gelada e os vinhos divinos, o serviço excelente, mesas bem arrumadas, garçons atenciosos e simpáticos. Não sei se tivemos sorte, mas sempre fomos muito bem atendidos. Excelente.
PARQUES NATURAIS – Conhecemos a Península Valdez, o Trem do fin del mundo e a Bahia Lapataia na Argentina, no Chile, Torres del Paine, Parque Nacional de lós Glaciares,  Futaleifú e as reservas naturais cruzadas pela Carretera Austral, tudo sem guia, pagando apenas a entrada. Foi ótimo, pois otimizamos o tempo, vendo apenas aquilo que nos interessava e ainda ficou barato, pois economizamos o valor que seria pago à operadora de turismo, pagando apenas as entradas dos parque (em média AR$60,00 por pessoa). Em Mendoza, precisamos contratar uma operadora de turismo para conhecermos a Bodegas Lopez (AR$ 130,00) por pessoa.
TEMPO E TEMPERATURA – Iniciamos a viagem com a ideia que enfrentaríamos temperaturas muito baixas, as quais não estavamos acostumados, entretanto não foi isso que ocorreu. Em Rio Gallegos a temperatura estava em 15g e na cidade de Ushuaia, ponto mais ao sul que chegamos, a temperatura encontrada foi de 2º à noite e de 8º durante o dia, o clima era seco e o vento forte, e apesar da proximidade da neve nos picos próximos à cidade, não passamos frio. As lojas, hotéis, bares e restaurantes tinham calafetação e aquecimento e nos passeios ao ar livre o sol sempre esteve presente. No Parque Nacional Los Glaciares, em frente ao glaciar Perito Moreno a temperatura era de 25º. CHUVA – Apareceu na volta, em um trecho de rípio, entre a cidade de Zapala e Mendoza, de manga, rápida e que não nos atrapalhou em nada.
SOUVENIRS – Não foram  adquiridos em quantidade suficiente para atender a todos os amigos, nos desculpem. kkkkk.
PONTO POSITIVO DA VIAGEM – As belezas naturais que até então nunca tínhamos visto e a atenção e respeito a nós deferida pelos argentinos e chilenos.
PONTO NEGATIVO – Não ter sido realizada com uma motocicleta.. kkkkk
CONCLUSÃO – A viagem aconteceu, deu certo, foi maravilhosa, tanto que outras já se desenham em nossos pensamentos, algo como a Carretera del Pacífico, Machu Picchu e  Lat. 0 e Log. 0...kkkkkkkkkkk..gostamos...podem esperar que virão outras...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

De Mendoza a Rio Brilhante



Passamos o Revellion em Mendoza, onde pudemos degustar da Gastromia local e dos excelentes Vinhos ali produzidos, dia 01/01 iniciamos o final de nossa aventura saindo de Mendoza em direção a Cordoba onde no dia 02 Cruzaria o Rally Paris-Dakar 2011, pensamos em parar mas continuamos em direção a Santa Fé até  Vera onde pernoitamos, no dia seguinte dia 02 acordamos bem cedo e seguimos em direção a Clorinda Argentina, onde entramos no Paraguai, passamos ao largo de Asuncion rumando direto a Pedro Juan Caballero onde paramos para fazer umas compras na Casa China de la ligamos para os filhos e por volta das 20:21 hs chegamos . Encerrando assim essa viagem que durou 16 dias 12.563kms passou por tres paises e nos proporcionou as maravilhas que compartilhamos com vcs, estamos em casa, até a próxima.